sábado, 14 de dezembro de 2013

Antenas V-Sat


A Exposat Lda, presta frequentemente o serviço de instalação e assistência técnica a antenas V-SAT de diversos operadores e parceiros, na área da Internet particular, empresarial e sistemas dedicados.
V-SAT 1    V-SAT 2


Adicionar legenda
Sistemas com especial interesse para situações onde é necessário levar internet a locais remotos, tal como turismos rurais, herdades, casas de campo, gerenciação de parques éolicos e solares, etc.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A sua televisão nunca mais vai ser a mesma

Transforme o Seu TV num SMART TV com esta BOX ANDRAID (4.2 Jelly Bean)

Desfrute de imensos conteúdos de entretenimento


  • Navegue na Internet;
  • Consulte o seu mail;
  • Assista a filmes em HD;
  • Divirta-se com jogos exclusivos da plantaforma Android, etc;

sábado, 9 de março de 2013

Mais uma obra executada pela EXPOSAT, LDA.

A EXPOSAT, LDA. projectou e executou a instalação SMATV do novo laboratório da MEO em Lisboa.
Esta obra foi executada em duas fases. A primeira, concluída em Julho de 2012, composta por 118 saídas de sinal TV terrestre ( TDT ) e de satélite ( DVB-S2), onde são programados todos os receptores DTH e TDT da MEO para depois entrarem no circuito de distribuição. A segunda fase, concluída em Fevereiro de 2013, com 112 saídas de sinal TV terrestre e satélite, onde são testadas todas as BOX's com anomalias  e com a ajuda de equipamentos que utilizam um sofisticado software desenvolvido pela P.T. Inovação, é feito o rastreio das avarias.
Em toda a instalação SMATV foi utilizado material "IKUSI" com a mais recente e inovadora tecnologia em recepção, processamento e distribuição dos sinais TV terrestres e satélite.


Aspecto parcial do laboratório de assistência técnica da MEO

EXPOSAT, LDA.
Rua Oliveira Cadornega, Lote 53 Loja D
1950-211 Lisboa
( Localização GPS: 38.754378,-9.110050 )
Telefone: 218597398 
Telemóvel: 914852387
mail: exposat@sapo.pt

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Microrepetidores TV ( DVB-T / TDT )



MICROREPETIDORES TV ( DVB-T / TDT )

A EXPOSAT, LDA.  tem a solução para a falta de cobertura do sinal de TV ( DVB-T / TDT ) em zonas de sombra em locais remotos. 
Elaboramos estudos sobre os locais a cobrir, projetamos e instalamos microrrepetidores TDT, torres metálicas e antenas emissoras. 

Curiosidades sobre a emissão de sinais radioeletricos de televisão

ATCS  - A norma de televisão digital Advanced Television Systems Committee (ATCS) surgiu nos Estados Unidos a partir de 1987 com o intuito de substituir o sistema de televisão analógico NTSC. As principais características do ATCS são:

+ Compressão vídeo MPEG-2
+ Compressão áudio ATSC Standard A/52 (Dolby AC-3)
+ Modulação 8-VSB (vestigial sideband) para broadcasters locais e 16-VSB ou 256-QAM para estações de televisão por cabo
+ Ritmo de FEC: 2/3 Trellis Code

O sinal no sistema ATCS é mais susceptível a interferências na propagação rádio que no sistema DVB-T e no sistema ISDB-T e não dispõe de uma modulação hierárquica, pelo que, não permite receber o sinal SDTV como parte do sinal HDTV, mesmo em áreas onde a força do sinal é fraca. Por esta razão foi adicionado um novo modo de modulação, E-VSB (enhanced-VSB).

Contudo o sinal ATSC é robusto em algumas situações. A escolha de 8-VSD em detrimento de COFDM foi em parte por causa das muitas regiões da América do Norte que são rurais e têm muito pouca densidade populacional necessitando de transmissores maiores para cobrir áreas superiores. Nestas áreas a modulação 8-VSD demonstrou ser melhor que as outras modulações.

ISDB-T  - A norma de televisão digital Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial (ISDB-T), uma evolução do DVB-T, surgiu no Japão na década de 70 e foi apontado como sendo o sistema que melhor responde a questões de mobilidade e portabilidade. Está neste momento em utilização no Japão e Brasil.
As principais características do ISDB-T são:

+ Compressão vídeo MPEG-2 MPEG-4
+ Modulação 64 QAM-OFDM, 16 QAM-OFDM, QPSK-OFDM e DQPSK-OFDM
+ Portadora de 2k, 4k ou 8k
+ Ritmo de FEC: 1/2, 2/3, 3/4, 5/6 ou 7/8
+ Intervalo de Guarda: 1/4, 1/8, 1/16, 1/32 

A evolução em relação ao DVB-T serviu para acrescentar Interleaver temporal para melhor desempenho, acrescentar o método DQPSK (Differential Quaternary Phase Shift Keying) e permitir que a banda de RF de 6MHz fosse dividida em 13 segmentos independentes, possibilitando o envio de três programações diferentes ao mesmo tempo (p.e. uma em QPSK, outra em 16QAM e outra em 64QAM).

DMB-T/ADTB  A norma de televisão digital Digital Terrestrial Multimedia Broadcast (DMB-T) surgiu na China através de um projecto de investigação para a União Europeia (número do Projecto Eureka - EU14).

As principais características do ISDB-T são:
+ Compressão vídeo e vídeo MPEG-4
+ Modulação OFDM e DQPSK
Alguns países da Europa como Alemanha, França e Itália testam ou testaram este sistema cuja principal característica é a capacidade de utilização em movimento, permitindo que os utilizadores desta tecnologia sejam capazes de reproduzir nos seus dispositivos móveis áudio e vídeo, enquanto se deslocam a velocidades perto de 200km/h.

DVB-T  - O International DVB Project surgiu como um consórcio liderado pela área da indústria sendo composto por vários organismos com o objectivo de criar standards para a distribuição de serviços digitais. O DVB-T é um sistema desenvolvido pelo DVB Project que foi escolhido para a utilização na TDT em Portugal. O sistema trata da adaptação entre o sinal de televisão proveniente do multiplexer de transporte da norma de vídeo MPEG-2, MPEG-4 e o envio por teledifusão terrestre.

As principais características do DVB-T são:
+ Compressão vídeo MPEG-2, MPEG-4
+ Modulação OFDM com codificação de canal e utilizando nas sub-portadoras modulação QPSK, 16QAM ou 64QAM
+ Portadora de 2k, 4k, ou 8k
+ Ritmo de FEC: 1/2, 2/3, 3/4, 5/6 ou 7/8
+ Intervalo de Guarda: 1/4, 1/8, 1/16, 1/32
A modulação OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex) é uma técnica de modulação com multiplexagem na frequência que divide o espectro por diversas sub-portadoras cujas frequências são ortogonais entre si. Cada sub-portadora pode ser modulada utilizando QPSK, 16 QAM ou 64 QAM. Desta forma assegura-se a imunidade do sinal quanto à interferência em frequências específicas, uma vez que somente uma pequena quantidade de bits serão atingidos numa determinada trama. O OFDM utilizado juntamente com codificação de canal (técnica de correcção de erro), resulta no chamado COFDM.

O sistema de transmissão do DVB-T, definido na norma europeia ETSI EN 300 744, descreve o sistema de base de transmissão para a TDT. Este sistema permite a recepção de streams MPEG-2 e o envio destes por rádio frequência pela interface ar para o receptores domésticos - Set Top Box (STB).


Splitter  - Este componente permite transmitir dois TS diferentes ao mesmo tempo no mesmo sinal através de modulações diferentes utilizando a técnica de transmissão hierárquica. Permite, por exemplo, receber dependendo do nível de sinal-ruído a emissão em SDTV ou em HDTV.

MUX Adaptation and Energy Dispersal – Organiza o sinal em pacotes de 188 bytes (187 bytes MPEG-2 TS + 1 byte sincronismo) e torna a sequência de bytes não correlacionada através da técnica PRBS (PseudoRandom Binary Sequence)

External FEC Encoder – Primeiro nível de correcção de erros. É utilizada codificação de erros de Reed-Solomon, enviando-se 16 bytes por cada 188 bytes de dados de forma a corrigir até 8 bytes errados, RS(204,188).

External Interleaver - Através de uma técnica de interleaving convolucional consegue-se alterar a sequência dos dados transmitidos, tornando-a mais resistente a erros em rajada. O Interleaver é composto por 12 ramos (I=12) onde cada um funciona segundo um algoritmo de FIFO (First In, First Out).

Internal FEC Encoder  - Segundo nível de correcção de erros, que através de um codificador convolucional pretende optimizar a correcção de erros binários. De forma a melhorar a taxa de codificação que relaciona um certo número de bits de entrada com um certo número de bits de saída de uma redundante, não se transmitem alguns dos bits de saída do codificador convolucional (puncturing). Existem 5 ritmos de codificação aceitáveis: 1/2, 2/3, 3/4, 5/6 e 7/8.

Internal Interleaver  - O Interleaving interior corresponde a ordenar de novo os dados para reduzir o efeito de erros em rajada. Dois processos diferentes executam o interleaving bit a bit e o interleaving por símbolo. Ambos os processos são baseados em codificação de bloco.
Symbol Mapping – Cada uma das portadoras do sinal é modelada separadamente, em banda de base, segundo uma técnica de modulação QPSK, 16QAM ou 64QAM.

Frame Adaptation  - Os símbolos gerados são organizados em blocos de comprimento constante (1512, 3024 ou 6048 amostras por bloco). Uma trama é construída com 68 destes blocos e uma supertrama é composta por 4 tramas.
TPS and Pilot Signal - Para permitir simplificar a recepção do sinal rádio depois da transmissão no canal, são introduzidos sinais adicionais em cada bloco que são transmitidos com uma amplitude maior. Os sinais piloto (pilot signals) são utilizados nas fases de sincronização e de ajuste, existindo sinais piloto periódicos e outros dispersos pela portadora. Os sinais TPS (Transmission Parameters Signalling) informam o receptor sobre os parâmetros de operação, sendo apenas necessários em situações particulares.

OFDM  - Onde é aplicada à sequência de blocos a técnica de modulação OFDM, utilizando o número de portadoras iguais a 2048 (modo 2k), 4096 (modo 4k) ou 8192 (modo 8k).

Guard Interval  - Após cada símbolo COFDM é inserido um intervalo de guarda, que consiste numa continuação cíclica do símbolo a transmitir com o objectivo evitar os efeitos do fenómeno de multi caminho. Quanto maior for o intervalo de guarda, mais tolerável será o sistema, no entanto, menor será o aproveitamento da banda disponível. Tipicamente, o intervalo de guarda tem uma duração, relativa à duração de símbolo, de 1/4, 1/8, 1/16 ou 1/32.

DAC (Digital to Analogue Converter)  - O sinal digital é convertido num sinal analógico e modulado consoante a radiofrequência utilizada (VHF, UHF).

Transmitter  - O sinal de rádio frequência é enviado pela interface ar para os receptores digitais dos utilizadores.

ANTENAS TDT - ANTENAS TV
  
 As emissões de televisão terrestre e os serviços de rádio são planeados sobretudo para os recetores que usam antenas direcionais instaladas no exterior do edifício. Todos os telespetadores, não importa o quão perto vivem da estação de origem, são aconselhados a usar uma antena externa, com atenuador ou amplificador se necessário, para ter uma receção livre de interferências se as condições da instalação o permitirem.

Os emissores existentes de TV analógica(desativados a partir de 26 de Abril 2012) podem não transmitir sinais de TV digital. Se emitirem em simultâneo TV analógica e digital (Simulcast), o recetor pode receber ambas as emissões, salienta-se o fato de que as emissões TDT estão na faixa de canais 42 a 56 UFH e as analógicas podem estar numa frequência muito diferente. O espetador pode não receber de forma satisfatória os sinais da TDT se a antena não estiver orientada para o emissor TDT e ou a antena existente não se adequar à frequência do emissor TDT.
  
Durabilidade de uma antena externa de receção de tv   - Antenas e cabos deterioram-se ao longo do tempo causando perda ou deterioração de sinal de uma forma súbita ou progressiva. Os dispositivos e materiais que compõem o sistema de receção (antenas, cabos coaxiais, fichas, caixas misturadoras, atenuadores) , têm normalmente uma vida útil de 7 a 10 anos. Uma série de fatores podem afetar as condições de recepção de sinal:

+ qualidade dos materiais (antena, cabos, etc...);
+ uso em locais expostos;
+ entrada de água (sobretudo nas caixas de ligação dos cabos, atenuadores, misturadores e amplificadores);
+ corrosão atmosférica (zonas litorais e industriais por exemplo);
+ luz Solar.
No caso de receção deficiente devem ser verificados os materiais que constituem o sistema de receção, isto é comum a qualquer sistema de receção radioelétrico.

Direção e Polarização  - A antena deve ser orientada para o emissor com a polarização correta, (polarização TDT Portugal é HORIZONTAL, no Brasil são utilizados emissores com polarização vertical e horizontal). A orientação da antena pode não ser suficiente, pode em algumas circunstâncias, ser necessário um ajuste na polaridade, este ajuste efetua-se girando um pouco a antena no seu eixo ou inclinando mais ou menos a antena. O ajuste certo para um emissor não garante automaticamente uma boa receção para outros emissores.

ANTENAS DE TELEVISÃO

Antena Ikusi Flashd - TDT  - Este tipo de antena assegura um elevado ganho, é especialmente indicada para zonas com sinais de recepção fracos. 
Largura de Banda UHF - Canais 21 a 69;
Caracteristicas Elevada direcionalidade e largura de banda, 3 eixos angulares;
Material- Alumínio;
Antena TDT excelente para recepção de sinais de televisão digital terrestre.

Antena TDT Yagi 1 eixo  - Este tipo de antena assegura um ganho um pouco inferior ás antenas de 3 eixos. O preço é normalmente mais reduzido que uma antena de 3 eixos. 
Largura de Banda UHF - Canais 21 a 69;
Caracteristicas Elevada direcionalidade e largura de banda, 3 eixos angulares;
Material- Alumínio;

Antena Amplificada-TDT  - Este tipo de antena usa-se em locais onde o sinal é muito débil e assegura a pré amplificação de sinal, tem a desvantagem de necessitar de alimentação. A alimentação destas antenas é feita através do cabo coaxial.

+ Largura de Banda UHF - Canais 21 a 69;
+ Caracteristicas Baixa direcionalidade e largura de banda, amplificação sinal;
+ Material- caixa plástica com circuito de amplificação interior;
TDT Antena adequada quando se pretende um impacto visual reduzido

Degradação Imagem  - Ao contrário da receção analógica (que sofre degradação progressiva), a receção de TDT está sujeita a uma série de efeitos diferentes. A receção TDT geralmente não sofre de fantasmas, mas a degradação de imagem súbita pode ocorrer em circunstâncias extremas, devido a reflexões do sinal e a interferências.

Separação entre antenas  - No caso de existir mais do que uma antena devem ser instaladas no mesmo suporte com um intervalo ideal de 1 metro.

Cabo Coaxial  - Em alguns tipos de cabo coaxial, a malha externa é insuficiente para evitar e blindar o cabo interior. Estas condições podem permitir que sinais externos indesejados possam interferir na qualidade de sinal, este tipo de interferências pode surgir tanto na TDT como na TV analógico embora de formas diferentes.
  
Para evitar a deterioração prematura de cabo coaxial:

+ A parte exterior do cabo deve ser devidamente protegida e não solta;

+ O cabo não deve ser dobrado firmemente em torno de cantos afiados;

+ Nos cabos externos, as extremidade devem ser seladas para proteção contra entrada de água;

+ Os cabos devem ser tão curtos quanto possível.

 Terminais nos cabos coaxiais  - Os terminais(fichas, conetores) do cabo devem estar perfeitamente ajustados especialmente a massa deve estar com o máximo de contato físico com a malha do cabo coaxial.

        


Problemas de Receção  - Se existirem problemas de receção devem ser verificados as condições referidas anteriormente.

Mesmo que a intensidade seja adequada, diferentes fontes de interferência podem afetar a recepção de serviços de radiodifusão digital. No entanto, ao contrário das interferências em serviços analógicos (onde normalmente é possível identificar o tipo de interferência por parte da natureza do efeito), diferentes tipos de interferência para os serviços digitais costumam ter os mesmos efeitos: 

+ Pixelation por interferência

+ Bloqueio ou "pixelation" da imagem;

+ Som com ruídos (apitos e/ou similares);

+ Perda total do serviço (sem foto e/ou corte do som);

+ Congelamento de imagem e/ou perda de sincronismo do som.

É importante verificar a frequência com que ocorre e se pode estar relacionada com outros eventos (Ar condicionado, termostátos, aquecimento central, geladeira, frigorifico). No caso de uma interferência externa tentar localizar a fonte com base do inicio ou fim de funcionamento de um outro dispositivo.
  
Condições Meteorológicas Extremas  - As condições meteorológicas podem afetar substancialmente a receção do sinal.  

Calor Extremo  - Temperaturas muito elevadas podem aumentar de forma considerável a propagação possibilitando a receção simultânea de vários emissores na mesma antena. A dilatação nas zonas de contato elétrico na antena pode facilitar contatos intermitentes nas ligações entre a antena e os cabos;

Vento Extremo  - As antenas TDT oferecem, normalmente, uma maior resistência ao vento do que as antenas convencionais. Não é invulgar que, depois de ventos com intensidade elevada, a antena se desloque da sua orientação certa para o emissor. Sempre que se verifiquem ventos de elevada intensidade verifique se a antena se encontra apontada para o emissor da sua zona;

Chuva e Humidade  - Chuva, nuvens baixas, nevoeiro podem diminuir consideravelmente a intensidade de sinal, se a zona de receção tem um sinal baixo, este tipo de condições pode fazer com que o sinal não chegue com intensidade suficiente para uma boa receção.
  
Interferências TDT  - A Televisão Digital é particularmente sensível a ruídos de banda larga gerados por uma variedade de sistemas elétricos, incluindo switches e termostatos em sistemas de aquecimento, refrigeração e sistemas de aquecimento. Motores elétricos utilizados nas proximidades com blindagem deficiente, tais como secadores de cabelo ou berbequins (furadeiras elétricas), podem também causar interferência, uma má ligação em qualquer parte do fornecimento de energia (um fio solto ou fusível apenas em contato) na tomada de energia (tomada de força).
  
Embora a interferência possa durar apenas uma fração de segundo, a perturbação para a televisão pode demorar alguns segundos até que exista uma correção, se é mais demorada, o interruptor ou termostato causador da interferência pode estar com problemas.
  
Linhas elétricas aéreas ou comboios (trens) eléctricos podem ser fontes de interferência e, muitas vezes podem irradiar a distâncias consideráveis. Qualquer metal pode irradiar interferência se tiver um campo magnético próximo.
  
Alguns equipamentos eletrónicos (computadores, recetores de satélite) podem por vezes causar interferências especialmente se estiverem muito perto da antena de televisão.   

Interferência por Sobreposição  - Este tipo de interferência ocorre quando o mesmo receptor recebe o mesmo canal de duas fontes, pode acontecer quando a antena está na mesma linha de dois emissores, embora a tecnologia tenha melhorado de modo a evitar este tipode interferência, em situações pontuais é necessário atenuar o sinal. Existe uma degradação do "Bit error ratio do multiplex". Situações atmosféricas pontuais (tempestades solares, descargas elétricas atmosféricas, condições anormais de propagação) podem criar este efeito de sobreposição e posteriormente a uma perda total de sinal. Este tipo de problema está a acontecer em Portugal com alguma frequência.

Este tipo de interferência pode ainda surgir quando um dispositivo externo (DVD, VCR, VIDEOGAME) use uma frequência próxima do sinal recebido.

normalmente estes aparelhos têm um ajuste de frequência de funcionamento. 

Podem existir problemas devido a deficiente imunidade dos aparelhos recetores para sinais não desejados e podem ser afetados por sinais de rádio de outros emissores autorizados, tais como:
  
+ Os serviços de emergência;

+ Rádios de empresas privadas;

+ Radioamadores;

+ Rádios CB Banda do Cidadão;

+ Telefones celulares (telemoveis);

+ Detetores de radar.

Os efeitos desses sinais na imagem recebida TDT são semelhantes aos efeitos de outros tipos de interferências, mau sinal por uma antena inadequada ou erros de instalação.

Diferentes fontes de interferência prejudicam os serviços digitais de forma semelhante, é por isso difícil deduzir a origem da natureza do efeito. A melhor maneira para encontrar a causa da interferência é observar o que está acontecendo nas áreas adjacentes. Embora algumas intereferências apenas sejam detectadas na TDT e o inverso (na TV analógica), algumas interferem nos dois sistemas,uma das formas para detetar a fonte é usar um rádio ou televisão analógica portátil e, com a sua movimentação tentar estabelecer a origem.
   
HDTV é o termo que identifica a televisão de alta definição, é um acrónimo da expressão Inglesa High Definition Television.
  
A televisão de alta definição é um sistema de transmissão que permite uma resolução superior aos antigos padrões analógicos (PAL, NTSC, SECAM). O termo alta definição pode referir a própria especificação da resolução e/ou meio capaz de tal resolução (Filme fotográfico, TV, etc...)
   
Foram propostos e/ou implementados vários padrões de HDTV, os padrões atuais são definidos pelo ITU-R BT.709 de Abril de 2002. 

Existe alguma confusão entre TV digital e TV de alta definição, A Televisão digital é aquela que descodifica os sinais recebidos em formato digital, ou seja, a recepção é feita em pulsos binários o que não significa que tenha alta definição.

Existem várias resoluções (Número de pixeis por polegada) utilizando um formato 16:9.

Parâmetros HDTV:  

+ Número de linhas Horizontais.

+ Número de quadros por segundo.

+ Progressive Scan ou Interlaced Scan (1080i-1080 pixeis interlaced, 1080p-1080 pixeis progressive)

* os formatos 1080i e 1080p são iguais em resolução, no entanto, no 1080i as linhas são atualizadas ordenadamente, uma vez uma linha par e na seguinte a linha impar. No formato 1080p todas as linhas são atualizadas simultaneamente.

Resoluções:
   
480i = 640 x 480 pixels, utilizado por grande parte dos televisores antigos.

480p = 640x480 pixels para proporção 4:3 de tela ou 852x480 para proporção 16:9 (formato não utilizado pelos leitores de DVD).

720i = 1280x720 pixels entrelaçado. (Não usado no SBTVD, é pouco visto nos video games mais antigos)

720p = 1280x720 pixels.

1080i = 1920x1080 pixels entrelaçado.

1080p = 1920x1080 pixels. (Não usado no SBTVD) 
  
Varredura (Progressive - Interlaced)  - Interlaced e Progressive Scan são nomes usados designar a forma como a imagem é produzida no écran(tela):  

+ Interlaced - O modo entrelaçado coloca em cada passagem metade das linhas (linhas pares ou ímpares) parecendo uma resolução maior transmitindo apenas metade da imagem formada.

+ Progressive - O modo progressivo coloca a imagem inteira em uma única passagem, transmitindo e exibindo todas as linhas a cada atualização (refresh).

A distinção entre um tipo de varrimento e outro é normalmente dado pelo indicação de resolução, 1080i ou 1080p, significando o i entrelaçado e o p progressivo.
  
Origem do formato panorâmico 16:9 da HDTV  -  Pesquisas efetuadas na década de 70 pela NHK, Japão, identificaram a viabilidade de um formato de TV capaz de proporcionar uma nova experiência visual ao utilizador, semelhante à sensação de visualização no cinema. Estas pesquisas culminaram com a adopção de uma imagem com proporções de 16:9, dimensionada para visualização sob um ângulo horizontal de 30 graus, formato este denominado Hi-Vision. 16:9 significa que a razão (ou aspect ratio) entre a largura e a altura das medidas de um ecrã panorâmico HDTV é de 16 para 9. Este formato (actualmente classificado como HDTV ou TV de Alta Definição), além de aproveitar melhor o material cinematográfico disponível em grande ecrã, abrange ainda parte do campo de visão periférica do observador, o que proporciona um nível mais intenso de ilusão de realidade.
  
Em rigor, o nome “Alta Definição” é inadequado, uma vez que o critério de resolução visual é o mesmo da TV convencional (cada elemento de imagem ocupa um ângulo de 1 minuto de grau). O que diferencia os dois formatos é essencialmente o maior ângulo de visualização da imagem, 30 graus na horizontal.
  
Actualmente, o formato preferencial para HDTV foi padronizado em 1080 linhas x 1920 pixels, mantendo a proporção de 16 para 9.

Esta fase de transição entre o formato anterior cria alguns problemas de visualização quando são emitidos vários formatos, a visualização pode sofrer algumas alterações. se recebemos em 16:9 e visualizamos em 4:3 e o contrário.                                                   

Número de Quadros - Refresh Rate - Taxa de Atualização   - O número de quadros ou taxa de actualização é o número de vezes por segundo que o monitor ou TV mostra um novo conjunto de informações (podem ser idênticas ás anteriores). Esta frequência é a do oscilador vertical da TV . Nos televisores convencionais a frequência de quadro é de 50 ou 60Hz, se um tv permitir uma taxa de actualização superior e o emissor enviar uma mais baixa, alguns dos quadros repetem-se diminuindo a oscilação da tela(écran). Existe uma diferença para Frame Rate (frames per second).

Existe uma diferença para Frame Rate (frames per second) e refresh rate. Determinado filme é gravado em 24fps(frames per second), ao visualizarmos o mesmo filme em hdtv as imagens vão repetir-se porque a tv ou monitor vai produzir um número de quadros superior, esta solução designada por 3:2 pull down coloca no écran(tela) 1 frame(imagem) duas vezes.

72Hz Refresh Rate  

Pioneer introduziu uma nova tecnologia de plasma que usa 72Hz. Esta tecnologia detecta a taxa de frames e pode alternar entre 60Hz ou 50Hz e 72Hz com base no sinal de entrada. Esta frequência 72Hz é igual a 24 x 3 = 72, ou seja, um filme de 24fps aparece com muito menos oscilação uma vez que vai repetir 3 vezes o mesmo quadro(imagem).

Quando a taxa de quadros é divisível pela taxa de atualização o resultado é sempre mais estático e menos cintilante.

100Hz, 120Hz Refresh Rate 

Esta frequência de quadros permite que formatos em 24, 30 e 60 possam ser exibidos uma vez que 120Hz é divisível por qualquer um destes valores. Sony e outros fabricantes aparecem com aparelhos a 120Hz HDTVs usando a interpolação. A interpolação compara dois quadros adjacentes e cria um quadro entre as médias dos dois em vez de exibir um frame do filme para cinco ciclos, a interpolação modifica os quadros de modo a imagem fique mais suave e muito menos cintilante.

Cor   - Uma área da HDTV que não tem um padrão definido é a cor. Até à pouco tempo, a cor de cada pixel era dada por três valores de cor de 8 bits, cada um representando o nível de vermelho, azul e verde, a junção define a cor do pixel. Juntos, os 24 bits (8×cor), possibilitam um pouco menos de 17 milhões de cores possíveis por pixel). Recentemente, alguns fabricantes projetaram sistemas que utilizam 10 bits para cada cor (total 30 bits), que prevê uma paleta de 1 bilião de cores. Alegam que proporciona uma imagem muito mais rica. Até que este critério fique padronizada, os consumidores terão de verificar as características de cada um dos equipamentos HDTV. 

Vídeo Digital  - O processamento de sinais de vídeo por meios digitais era bastante comum desde a década de 80, mas apenas no ambiente de estúdio e produção. O padrão digital mais difundido para sinais de TV de resolução convencional é o CCIR-601. Neste formato, o sinal de vídeo consiste de 3 componentes:

+ Luminância Y  - corresponde à intensidade luminosa de cada elemento de imagem, ponderada de acordo com a sensibilidade do olho humano para cada comprimento de onda; esta componente é amostrada na taxa de 13,5 MHz e quantizada com resolução de 8 bits;

+ Crominância U  - este sinal corresponde à tonalidade de cor do elemento de imagem, expressando a tendência ao azul (positiva) ou amarelo (negativa). Esta componente é amostrada na taxa de 6,75 MHz, e quantizada com 8 bits.

+ Crominância V  - este sinal também corresponde à tonalidade de cor do elemento de imagem, expressando a tendência ao vermelho (positiva) ou verde (negativa). Também é amostrada na taxa de 6,75 MHz.

A taxa de bits correspondente para este padrão é de 8 x (13.5 + 6.75 + 6.75) x 106 = 216 Mbit/s. Para HDTV, a taxa atinge cerca de 1 Gbit/s. Esta taxa é compatível com transmissão via cabo coaxial a curtas distâncias, como ocorre na maioria dos estúdios de produção digital. No entanto, é inviável para radiodifusão, pois necessitaria de canais com banda muito maior que 6 MHz.

domingo, 13 de janeiro de 2013

O QUE NÓS FAZEMOS PARA SI


Televisão para Hoteis e Hospitais


A Exposat, Lda. Fornece e instala uma gama completa de soluções para receção TV terrestre, satélite e multimédia para hotéis e unidades hospitalares, em instalações tradicionais de cabo coaxial, IPTV e fibra ótica.


Fornecedor de sistemas de receção MATV e de uma alta qualidade de LCD / Telas LED com características de hotel sob medida, tais como bloqueio de menu, limitação de volume, assim como outros recursos avançados como canais corporativos, canais informativos e pay TV.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Redes de distribuição TV - ITED e IUR

Um dos principais segredos para o bom funcionamento de um sistema de distribuição TV, quer sejam em redes domesticas, instalações colectivas ou redes urbanas é a correcta execução dessa mesma rede de forma que o sinal chegue o todos os pontos dessas mesmas redes com o mesmo nivel e dentro dos padrões normais de qualidade.
Para que tal aconteça, devemos dar especial atenção à qualidade do cabo coaxial, usando o tipo de cabo recomendado para cada circuito assim como as fichas, os derivadores e distribuidores indicados para cada ponto da da rede.
Quanto a derivadores existem muitas referências diferentes com diferentes atenuações de derivação e de passagem e deve-se escolher para cada caso o que melhor se enquadra de forma que em cada um deles se obtenha o sinal de saída um para alimentar o que necessitamos.
Os distribuidores ou repartidores, estes são diferentes dos derivadores. Não confundir. Estes tem uma entrada de N saídas, todas elas com a mesma atenuação.
Conforme o local onde são aplicados assim existem diferentes modelos. Existem os modelos para uso interior, normalmente usados em redes ITED. Uns funcionando apenas dos 45 aos 1000 MHz para sinais terrestres MATV e CATV e outros que funcional dos 45 aos 2400 MHz. Estes últimos utilizam-se em redes SMATV.
Para as redes de CATV principais ( ITUR ) normalmente executadas na rua, à vista ou enterradas em condutas próprias, os distribuidores, acopladores e repartidores tem outra apresentação e usam geralmente outro tipo de fichas.
Todos estes equipamentos são passivos e poderão ou não permitir a passagem de corrente para a tele alimentação de equipamentos activos, tais como amplificadores de lkinha ou outros equipamentos.

As fichas normalmente utilizados em cabos coaxiais também podem ser de varios formatos conforme o fim a que se destinam. Existem uma infinidade de fichas, adaptadores, cargas, atenuadores, filtros, injectores e extractores de corrente. Consulte o nosso catalogo.











http://www.ikusi.tv/sites/default/files/multimedia/catalogos/Catalogo%20TV%202012.pdf

Comercializado e distribuido por:

EXPOSAT, LDA.
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